Hazy morning
the wind swing...
a sunk look
and a panting breath...
passion
or fantasy ?
nothing changes or glows
in the way...
the wind spills
a future
or a spoiled life...
does it promised anything ?
dreams
and imagination...
fantasy
or passion ?
Mário M.Carvalho
23.09.2011 London
BEM-VINDOS E ESPERO QUE PASSEM UM MOMENTO DE PRAZER
O luar desconhecido que nos fascina e descobre na penumbra
Nem sempre há luar onde o homem nasce
MENSAGENS
MENSAGENSObrigado, Mário.. É uma honra e um prazer ler o quão bem escreve.
Um abraço
Pedro Abrunhosa
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
BEYOND THE END...
Quickly
the heartbeat
a message falling
exhausted...
every light
every day
dims...
to pretend
covering the ears
mind the silence...
beyond the end...
Mário M.Carvalho
22.09.2011 London
the heartbeat
a message falling
exhausted...
every light
every day
dims...
to pretend
covering the ears
mind the silence...
beyond the end...
Mário M.Carvalho
22.09.2011 London
THE SHADOW OF A KNIFE...
A shadow
in my head
as hidden grove
in the sky
I must get it !
I never prayed
and I never burned letters
none of this !
my friends
are my cigarrettes
every night...
I never chase
my thoughts
they go way up high
as shadow of a knife...
Mário M.Carvalho
21.09.2011 London
in my head
as hidden grove
in the sky
I must get it !
I never prayed
and I never burned letters
none of this !
my friends
are my cigarrettes
every night...
I never chase
my thoughts
they go way up high
as shadow of a knife...
Mário M.Carvalho
21.09.2011 London
VIRTUAL SLAVERY...
Suspicion
day by day
working,
virtual slavery...
how are you doing ?
I´m cramped
unwilling to speak
my face is set off
alleged...
Mário M. Carvalho
15.09.2011 London
day by day
working,
virtual slavery...
how are you doing ?
I´m cramped
unwilling to speak
my face is set off
alleged...
Mário M. Carvalho
15.09.2011 London
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
POEMA QUE NÃO SE CALA...
O poema que não se cala
a dor que se prolonga
na distância que nos marca...
há poemas que não se calam
numa absurda presença
como os dias que passam
com muitas horas...
ninguém cala um poema
com o ar fresco
que entra pela janela
nem o som
dos aviões
e das buzinas...
nunca se cala um poema
que não se vê daqui
o meu mar e a minha gente
o cheiro de quem amo...
mas nada entra pela minha janela
nem pelo meu poema
apenas a minha angústia
de estar só...
Mário M.Carvalho
Londres 17.09.2011
a dor que se prolonga
na distância que nos marca...
há poemas que não se calam
numa absurda presença
como os dias que passam
com muitas horas...
ninguém cala um poema
com o ar fresco
que entra pela janela
nem o som
dos aviões
e das buzinas...
nunca se cala um poema
que não se vê daqui
o meu mar e a minha gente
o cheiro de quem amo...
mas nada entra pela minha janela
nem pelo meu poema
apenas a minha angústia
de estar só...
Mário M.Carvalho
Londres 17.09.2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
UNDER THE PEOPLE
Pessoas
que se estreitam
encolhem-se ombros
sorry !
victoria street
chovem pessoas
e água
entre olhares dispersos...
procurei ver passos
conhecidos...
os caminhos dividem-se
entre ruas
formatados
perseguem destinos...
Mário M.Carvalho
procurei ver passos
conhecidos...
os caminhos dividem-se
entre ruas
formatados
perseguem destinos...
Mário M.Carvalho
quinta-feira, 7 de julho de 2011
ABRE-SE O MAR...
sobrevoei-te por dentro
estavas descalça
e limpavas as lágrimas
nas mãos vazias...
o céu não tem correntes
que te prendam
abre-se o mar no horizonte
e tu partias...
quebra-se a teia
que te enlaça...
Mário M.Carvalho
estavas descalça
e limpavas as lágrimas
nas mãos vazias...
o céu não tem correntes
que te prendam
abre-se o mar no horizonte
e tu partias...
quebra-se a teia
que te enlaça...
Mário M.Carvalho
domingo, 26 de junho de 2011
OUTRAS PALAVRAS...
lembrei-me de ti
trouxe um pouco
de sumo do teu cheiro...
vou passar
muitas horas
aqui...
levo
outras palavras
para te oferecer...
Mario M.Carvalho
trouxe um pouco
de sumo do teu cheiro...
vou passar
muitas horas
aqui...
levo
outras palavras
para te oferecer...
Mario M.Carvalho
terça-feira, 21 de junho de 2011
AS PORTAS JÁ NÃO SE ABREM
Há uma porta no teu olhar
que eu nao abri
e um infinito
que nao vi...
Lidador, diz a voz feminina
do gps do Metro
abrem-se as portas
semi-automáticas...
ficou ali um gato
num telhado castanho
a ver partir a dona...
as mulheres não trazem olhos
vêm com óculos de sol,
escondem-se
olhares comprometidos,
as portas já nao se abrem...
Mario M.Carvalho
que eu nao abri
e um infinito
que nao vi...
Lidador, diz a voz feminina
do gps do Metro
abrem-se as portas
semi-automáticas...
ficou ali um gato
num telhado castanho
a ver partir a dona...
as mulheres não trazem olhos
vêm com óculos de sol,
escondem-se
olhares comprometidos,
as portas já nao se abrem...
Mario M.Carvalho
terça-feira, 31 de maio de 2011
UM DESEJO...
Ainda tenho uma viagem
que não pedi
mas que será sempre minha
não na hora
que mais me custar
como aos outros
mas não hora
que eu a desejar....
Mário M.Carvalho
que não pedi
mas que será sempre minha
não na hora
que mais me custar
como aos outros
mas não hora
que eu a desejar....
Mário M.Carvalho
sábado, 28 de maio de 2011
SER ESPECIAL É...
Ser especial é saber amar
Ser especial é saber sentir
Ser especial é não ignorar
Ser especial é Ser humano
Ser especial é saber ajudar
Ser especial é aprender a sorrir
Ser especial é saber partilhar
Ser especial é não desistir
Ser especial é a diferença de ser igual...
Mário M.Carvalho
Enquadrado no apoio à deficiência em Portugal
sexta-feira, 27 de maio de 2011
SE TE ENCONTREI...
Não sei em que parte fiquei
só existe a tua ausência
acaso estejas
no mesmo lugar
fico,
se te encontrei...
ainda tenho folhas soltas
onde cabem palavras
que não dissemos...
não se perde um amor
escondido no tempo
nem se sente o fim
além da dor...
Mário M. Carvalho
só existe a tua ausência
acaso estejas
no mesmo lugar
fico,
se te encontrei...
ainda tenho folhas soltas
onde cabem palavras
que não dissemos...
não se perde um amor
escondido no tempo
nem se sente o fim
além da dor...
Mário M. Carvalho
domingo, 24 de abril de 2011
E VIERAM...
Abre-se a flor
do girassol
precipita-se
o calor...
espreitam
as árvores
sobre as águas...
e vieram todas
as cores
sobre o dia...
esfarrapadas
e sangradas
sobre o Homem...
Mário M.Carvalho
do girassol
precipita-se
o calor...
espreitam
as árvores
sobre as águas...
e vieram todas
as cores
sobre o dia...
esfarrapadas
e sangradas
sobre o Homem...
Mário M.Carvalho
sexta-feira, 22 de abril de 2011
DESFIGURADOS...
No meu descuido
vejo-te passar
já me desfaço...
fugiste de não te ver
subverte-me o vento
entre a paixão...
quero alongar
o que te escrevo
sobrei apenas eu
desesperado...
não houve intenção
e veio a chuva
que corria dos teus olhos...
desfigurados
percorremos
a primavera...
Mário M.Carvalho
vejo-te passar
já me desfaço...
fugiste de não te ver
subverte-me o vento
entre a paixão...
quero alongar
o que te escrevo
sobrei apenas eu
desesperado...
não houve intenção
e veio a chuva
que corria dos teus olhos...
desfigurados
percorremos
a primavera...
Mário M.Carvalho
sexta-feira, 8 de abril de 2011
ASSIM MESMO...
Assim mesmo
que ficar de noite
posso descer
além dos teus braços
despir-me
no teu peito...
assim mesmo
abraço as tuas pernas
deito
o teu corpo...
extasiada
absorves
prazer...
assim mesmo
quero
tudo
de ti...
quando
te estou
a comer...
Mário M.Carvalho
que ficar de noite
posso descer
além dos teus braços
despir-me
no teu peito...
assim mesmo
abraço as tuas pernas
deito
o teu corpo...
extasiada
absorves
prazer...
assim mesmo
quero
tudo
de ti...
quando
te estou
a comer...
Mário M.Carvalho
quarta-feira, 23 de março de 2011
INACABADO...
Semivivo
onde escapam
vozes
que se confundem
nas margens impessoais
resta o que vejo
fugir em sombras
cristais inacabados
à procura de sendas
desertas
lâminas de fogo
reflexos e lendas...
Mário M.Carvalho
onde escapam
vozes
que se confundem
nas margens impessoais
resta o que vejo
fugir em sombras
cristais inacabados
à procura de sendas
desertas
lâminas de fogo
reflexos e lendas...
Mário M.Carvalho
quarta-feira, 16 de março de 2011
HÁ PALAVRAS...
A resposta
abandonada
mergulha
num aquário
onde passam
olhares interrogados...
ouvem-se franjas
distorcidas...
há palavras
que foram
rasgadas...
Mário M.Carvalho
onde passam
olhares interrogados...
ouvem-se franjas
distorcidas...
há palavras
que foram
rasgadas...
Mário M.Carvalho
sexta-feira, 11 de março de 2011
QUANDO...
Quando
o tudo
e o nada
pode passar...
ou se vê
o horizonte
descobrir
praias perdidas
corpos
de suor doce...
na vertigem
que nos devolve...
Mário M.Carvalho
o tudo
e o nada
pode passar...
ou se vê
o horizonte
descobrir
praias perdidas
corpos
de suor doce...
na vertigem
que nos devolve...
Mário M.Carvalho
quinta-feira, 10 de março de 2011
A CHEIRAR A VIDA...
Detesto poemas
adormecidos...
prefiro
os que têm
homens e mulheres
lá dentro
com sangue
corpos que se cruzam
com a natureza
e o universo...
a cheirar a vida...
Mário M.Carvalho
adormecidos...
prefiro
os que têm
homens e mulheres
lá dentro
com sangue
corpos que se cruzam
com a natureza
e o universo...
a cheirar a vida...
Mário M.Carvalho
terça-feira, 8 de março de 2011
UM PÁSSARO DANÇA...
Um pássaro
dança
na tua mão...
o luar
dança
na tua mão...
o luar
não se cansa...
atravessou
o teu corpo
despido
salpicado
de todas
as cores
em laudas
desfolhado...
onde me guarda
inteiro ...
Mário M.Carvalho
atravessou
o teu corpo
despido
salpicado
de todas
as cores
em laudas
desfolhado...
onde me guarda
inteiro ...
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Póvoa de Varzim
Covilhã
Coimbra