Horizonte
em verde e azul
nos dois oceanos de conquista
nesse cabo de boa esperança
nessa baía quente
e serra dos doze apóstolos
Foram Portugueses
que te aprenderam
foram todos que te quiseram
Quem prova o teu shiraz
constantia ?
não serão por certo
os desesperados de Crossroad
Mário M. Carvalho - Cidade do Cabo - 23.09.85 ( socialmente historico))
BEM-VINDOS E ESPERO QUE PASSEM UM MOMENTO DE PRAZER
O luar desconhecido que nos fascina e descobre na penumbra
Nem sempre há luar onde o homem nasce
MENSAGENS
MENSAGENSObrigado, Mário.. É uma honra e um prazer ler o quão bem escreve.
Um abraço
Pedro Abrunhosa
sexta-feira, 16 de abril de 2010
MURO
Parede sombria
blocos erguidos no desespero...
muro da vergonha humana !
provação ríspida
de cansaços desperdiçados
aproximação ofegante
de sorrisos atropelados...
e que os arrasta
para longe...
sem luz !
Mário M. Carvalho - 1985 ( socialmente histórico)
blocos erguidos no desespero...
muro da vergonha humana !
provação ríspida
de cansaços desperdiçados
aproximação ofegante
de sorrisos atropelados...
e que os arrasta
para longe...
sem luz !
Mário M. Carvalho - 1985 ( socialmente histórico)
PRIMAVERA
Primavera verde
no chilrear dos tentilhões
nas ondas das marés enlouquecidas
sol que nos invade de entusiasmo
vida que se abraça em terra fresca
nas margens desses rios de águas límpidas
amoras em silveiras verdejantes
entre searas de campos cultivados
e o sorriso leve do girassol
frémito prazer na sombra amena
do pinheiro encopado da encosta
alvoroçado com o calor que aumenta
e nos descansa o corpo extenuado
Mário M. Carvalho - 1985 ( Eco Chamada)
no chilrear dos tentilhões
nas ondas das marés enlouquecidas
sol que nos invade de entusiasmo
vida que se abraça em terra fresca
nas margens desses rios de águas límpidas
amoras em silveiras verdejantes
entre searas de campos cultivados
e o sorriso leve do girassol
frémito prazer na sombra amena
do pinheiro encopado da encosta
alvoroçado com o calor que aumenta
e nos descansa o corpo extenuado
Mário M. Carvalho - 1985 ( Eco Chamada)
quinta-feira, 15 de abril de 2010
MANHÃ DE SOL
Acorda nessa manhã tropical
nesse sol incandescente
uma flor chama por ti
um choro de criança
e um sorriso crescente
sente-se o mundo dançar
entre girassois de luz
canta o poema da vida
solta os teus gritos de alma
e levanta o teu corpo ardente
chama por mim
ouve o que o meu coração sente
Mário M.Carvalho ( gota de amor)
nesse sol incandescente
uma flor chama por ti
um choro de criança
e um sorriso crescente
sente-se o mundo dançar
entre girassois de luz
canta o poema da vida
solta os teus gritos de alma
e levanta o teu corpo ardente
chama por mim
ouve o que o meu coração sente
Mário M.Carvalho ( gota de amor)
DE CORPO E ALMA
Sente os meus lábios
abraça-me
beijo os teus seios
toca-me
os nossos corpos colam-se
embebedam-se um no outro
pernas
seios
sexos
bocas
perdemo-nos
solta a tua loucura
para mim
no teu orgasmo de jasmim
Mário M. Carvalho ( gota de amor)
abraça-me
beijo os teus seios
toca-me
os nossos corpos colam-se
embebedam-se um no outro
pernas
seios
sexos
bocas
perdemo-nos
solta a tua loucura
para mim
no teu orgasmo de jasmim
Mário M. Carvalho ( gota de amor)
CAMINHAR
quantos dias
quantas horas
passam meses devagar
entre sonhos
lembranças
longe de se alcançar
esse desejo
esse futuro
que nem a ansia desmente
um caminho
uma corrida permanente
será em vão ?
ou o tempo
que permanece
fica na nossa mão
e envelhece
para nos condenar
só porque sabemos amar
Mário M.Carvalho ( gotas de amor)
quantas horas
passam meses devagar
entre sonhos
lembranças
longe de se alcançar
esse desejo
esse futuro
que nem a ansia desmente
um caminho
uma corrida permanente
será em vão ?
ou o tempo
que permanece
fica na nossa mão
e envelhece
para nos condenar
só porque sabemos amar
Mário M.Carvalho ( gotas de amor)
EU
quem sou?
o que parte de mim
nem sei onde estou...
essa penumbra
que me perturba
esse milagre perdido
no desejo da vida
alma de sacrifícios
corpo de desespero
sangue de raiva esquecida...
o que parte de mim
nem sei onde estou...
essa penumbra
que me perturba
esse milagre perdido
no desejo da vida
alma de sacrifícios
corpo de desespero
sangue de raiva esquecida...
parte em busca de ti
solta a angustia e a tristeza
o sonho escondeu-se... por aí...
Mário M.Carvalho ( Não publicado)
solta a angustia e a tristeza
o sonho escondeu-se... por aí...
Mário M.Carvalho ( Não publicado)
PORQUÊ
Entre paredes cinzentas
começa o dia
a intensa labuta
na procura de um sucesso
nesta luta
pouco ou nada
é o que resta
no percurso
deste sentido
sem sentido
que nada conquista
de nada serve
as fraquezas rompem a determinação
e agarram as virtudes
de um dia a dia
perde-se a ambição
que caminho
que rumo levas
nesse deserto
à procura de um oásis impossível
de uma palmeira que te acolha
na sombra e na frescura
já nada resta de mim
nesta amargura
MÁRIO M.CARVALHO ( humanamente interior)
começa o dia
a intensa labuta
na procura de um sucesso
nesta luta
pouco ou nada
é o que resta
no percurso
deste sentido
sem sentido
que nada conquista
de nada serve
as fraquezas rompem a determinação
e agarram as virtudes
de um dia a dia
perde-se a ambição
que caminho
que rumo levas
nesse deserto
à procura de um oásis impossível
de uma palmeira que te acolha
na sombra e na frescura
já nada resta de mim
nesta amargura
MÁRIO M.CARVALHO ( humanamente interior)
CORAGEM
O tempo que nos separa da vida
tem sons preversos
solta gritos de raiva
a alma está ferida
em corações submersos
entre farpas aguçadas
nos desesperos temidos
das palavras alcançadas
no deserto dos sentidos
Que não te falte a coragem
parte à procura do mundo
encontra essa passagem
dentro de ti bem no fundo
não caias já por aqui
tens de conseguir sonhar
tudo o que fica de ti
é quem foste capaz de amar
Mário M.Carvalho ( humanamente interior)
tem sons preversos
solta gritos de raiva
a alma está ferida
em corações submersos
entre farpas aguçadas
nos desesperos temidos
das palavras alcançadas
no deserto dos sentidos
Que não te falte a coragem
parte à procura do mundo
encontra essa passagem
dentro de ti bem no fundo
não caias já por aqui
tens de conseguir sonhar
tudo o que fica de ti
é quem foste capaz de amar
Mário M.Carvalho ( humanamente interior)
O TEU SABOR
Que tens tu em pensamento
nas ondas do teu desejo
não sejas o meu tormento
num perfume que não vejo
Ó tarde que me fugiste
entre a alma e o pecado
ó sonho que não mentiste
nesse destino traçado
Ainda se sente o sabor
dum sorriso envergonhado
na frescura do teu calor
num beijo que não foi dado
Mário M.Carvalho ( gotas de amor)
nas ondas do teu desejo
não sejas o meu tormento
num perfume que não vejo
Ó tarde que me fugiste
entre a alma e o pecado
ó sonho que não mentiste
nesse destino traçado
Ainda se sente o sabor
dum sorriso envergonhado
na frescura do teu calor
num beijo que não foi dado
Mário M.Carvalho ( gotas de amor)
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